Diante de um teste positivo para bactérias recorrentes em granjas, o produtor se vê frente a um desafio: qual tratamento escolher? Um fator é imprescindível: a eficácia do protocolo sanitário a ser adotado depende da característica da contaminação. “A partir da tipificação que o teste PCR faz é possível saber o subtipo da bactéria. No caso da Escherichia coli, por exemplo, que é um agente presente na microbiota dos vertebrados, o que determina se a bactéria é causadora de doença é o tipo de gene que ela tem no DNA”, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE.

Com sensibilidade e precisão maiores, o teste PCR quantitativo detecta não somente a presença da bactéria, mas também o seu potencial virulento, ou seja, o quão danosa para a produção aquela contaminação pode ser. Esta tecnologia é uma das mais recentes e eficazes para a detecção e tipificação dos agentes patológicos e representa um indiscutível avanço para a saúde não somente animal, sendo aplicável a qualquer espécie, mas também aos seres humanos, sendo um dos métodos utilizados para a detecção da COVID-19.

Após ser colhida na propriedade rural por um técnico, a amostra é direcionada ao laboratório do SANPHAR/IPEVE, onde passará pela análise. A plataforma faz a detecção da bactéria e, por meio de um sistema fluorescente, ilumina a amostra a cada ciclo, o que possibilita sua tipificação. Se a iluminação da amostragem se dá em menor número de ciclos, o chamado CT (cyclethreshold), é possível concluir que há um grau mais elevado de contaminação na granja.

“O teste PCR quantitativo diferencia-se do teste PCR convencional justamente por dar referência da quantidade inicial do alvo, seja do gene ou da bactéria, na amostra. Algumas granjas são livres de micoplasma, por exemplo. Nesses casos, o teste além de dizer se é positivo ou não apresenta a quantidade de bactéria na amostra, a partir da técnica do cyclethreshold. Durante o teste, é emitida uma florescência, lida por uma máquina, o que também diminui as chances de erro humano”, pontua a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE.

O primeiro teste realizado pelo novo sistema no laboratório SANPHAR/IPEVE foi concluída no início de outubro. Mesmo com a alta precisão, a análise tem resultado rápido e é entregue ao produtor em até sete dias úteis. Com o resultado em mãos, o direcionamento do tratamento torna-se ainda mais eficaz. A técnica é uma importante associada na produção das vacinas autógenas, já que amplia a clareza do status sanitário da propriedade – o que possibilita a produção de uma solução sanitária mais precisa.

Além do PCR para detecção e tipificação do agente patogênico, o SANPHAR/IPEVE oferece uma série de exames laboratoriais. Antibiograma para a melhor escolha e uso racional de antimicrobianos, além de sorologia para perfil de imunidade dos animais, estão entre as tecnologias oferecidas. “O SANPHAR/IPEVE possui equipe de médicos veterinários, biomédicos, biólogos e técnicos com muita experiência e tem o compromisso para assegurar a segurança e a qualidade dos diagnósticos dos exames oferecidos e da produção de vacinas autógenas, além do acompanhamento e orientação para cada caso”, finaliza Talita Resende.

 

UPL lança nematicida microbiológico Biobac para cana-de-açúcar

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